Perguntas sobre a vocacao de uma Irma MMM

Respostas às suas perguntas

Se você deseja perguntar alguma coisa sobre a vocação de uma Irmã MMM favor Fale Conosco e receberá uma resposta pessoal.

Anna pergunta...

Qual a diferença entre ser uma Irmã MMM e ser voluntária ou médica leiga em um dos países em desenvolvimento, ou trabalhar para uma ONG?

aeriel_view_of_chiulo_crop1Anna, frequentemente recebemos essa pergunta! Uma Irmã MMM compromete-se a viver por toda sua vida em uma comunidade religiosa e a aplicar seu talento profissional nos lugares onde sua ajuda é mais necessitada. Assim como Abraão, ela segue a voz de Deus: 'Deixe seu país e siga para a terra que vou mostrar-lhe'. É ótimo ter voluntárias, mas alguém tem que estar preparada para a longa jornada. As irmãs chegam a um povo, moram com eles, ajudam-os a ganharem auto-confiança e ficam com eles até que sua ajuda não mais seja necessária. Como as Irmãs pertencem a uma comunidade, elas não precisam se preocupar em manter um emprego, ou seguro de vida, ou opções de carreira, ou nem mesmo pensão de idoso à sua espera no seu lugar de origem!

Anna quer saber mais...

Uma Irmã fica no mesmo país durante toda sua vida?

archbold-c2Isso depende, Anna. Há irmãs que ficam no mesmo país durante várias décadas, voltando para o seu país de origem apenas entre dois ou três anos para um intervalo. Porém, dependendo das circuntâncias, as Irmãs poderão ser transferidas para um novo país. Dizer adeus a uma Missão e ficar livre para abraçar outra, nunca é fácil. Nem também é rápido o processo de transição. É necessário ter ajuda e apoio para aguentar todas as transições da vida, quer seja uma Irmã ou não! Nesta fotagrafia vê-se a Irmã irlandesa Brigid Archbold, que passou mais de 45 anos em Angola e prefere ficar por lá.

Lucy pergunta sobre espititualidade...

De que forma a vida espiritual ajuda as MMMs com o trabalho que fazem?

prayer-crop2Obrigada por essa pergunta, Lucy! Nosso compromisso é com Cristo, que alerta cada Irmã para sua vocação. Essa é a nossa motivação. Enquanto nos dedicamos a ajudar as pessoas através de profisse;es relacionadas com a saúde, também dedicamos tempo para orações todos os dias, tanto pessoalmente quanto juntas em comunidade. É nessas horas de tranquilidade que encontramos força para renovar nossa dedicação e encontrar segurança em situações extramamente difícieis e até mesmo perigosas.

Nadia quer saber como é a rotina diária...

Qual é a rotina diária na vida de uma Irmã?

sunset_angola_smallOlá Nádia, não é fácil descrever um dia típico, pois variam tanto! Na África e na América Latina o dia começa bem cedo. Muitas vezes isso depende do horário de celebração da Missa na igreja local. Pode ser às 06:00 ou até mais cedo. Após um rápido desjejum, nos dirigimos às pressas para o trabalho ou para estudar. No hemisfério norte, o dia começa um pouco mais tarde, a menos que se queira sair mais cedo devido ao tráfico, ou para ir ao aeroporto pegar um vôo cedo. Na África é comum repousar após o almoçco, quando o sol está alto, voltando ao trabalho quando fica um pouco mais fresco. Seja qual for a nossa jornada de trabalho, ao por do sol as Preces da Tarde reunem todas aquelas disponíveis para participar. A preparação dessa liturgia é quase sempre cheia de criatividade, principalmente quando há membros jovens na comunidade com violões, tambores e castinettes. Durante festivais especiais poderá haver dança e movimento litúrgico e outros eventos simbólicos. Os salmos são geralmente entoados, ou cantados, ou uma prece mais solene em comunidade entre os membros mais idosos.

Raquel gostaria de saber sobre passatempos pessoais...

As Irmãs têm passatempos pessoais ou outros interesses além de trabalho e orações?

birds-crop1Sim, Raquel, claro que temos. Na verdade, toda irmã é incentivada a ter um interesse além de seu trabalho. Muitas Irmãs se dedicam a qualquer tipo de arte e artesanato. Outras gostam de fotografia - é por isso que temos tantas fotografias para a nossa Página da Web! Outras fazem lindos arranjos de flores. Outras gostam de música - aquelas que têm o don musical e tocam um instrumento são de grande valor para a comunidade. Há amplo campo para desenvolver esse talento adicional de uma Irmã junto com o trabalho médico. A Irmã Marian Scena, dos EUA é uma médica muito atarefada na Tanzânia. Ela é uma daquelas que se tornou grande conhecedora de como observar os pássaros. Ela escreve sobre "Como meu passatempo ajuda-me na minha vida profissional".

Elizabeth diz que não sabe exatamente o que as Irmãs MMM fazem...

Qual é exatamente o trabalho das Irmãs MMM? Não está bem claro para mim.

nigeria_gusorro_felicitas5_smIsso não me surpreende, Elizabeth, pois há tantos ângulos na vocação e missão das MMM. Se você der uma olhada na nossa Página, país por país, verá como é grande a variedade de coisas que fazemos para atender as necessidades de diferentes situações locais! Cuidados médicos, principalmente para com as mães e seus filhos pequenos, é a prioridade das MMMs. Na prática, isso frequentemente significa, ou trabalhar num hospital ou em um Centro de Saúde, mas pode ser também em equipes organizadas pela paróquia - como no Brasil e em Honduras. É claro que além de trabalho médico, muitas Irmãs trabalham em administração, a níveis diferentes. Quando chegamos em um novo lugar, falamos com as pessoas locais e escutamos o que nos dizem sobre suas necessidades. Juntamente com eles fazemos uma pesquisa de base para determinar por onde devemos começar. Normalmente vamos para os lugares onde há mais necessidade de nossa presença e tentamos preencher o espaço entre o governo e as iniciativas de outras ONGs. Tentamos ser bastante criativas. Isso muitas vezes significa ir a lugares ou assumir funções que não geram nenhum prestígio! Nossa fotografia aqui mostra a MMM nigeriana, Irmã Felicitas, que foi chamada ao por do sol à casa de uma criança recém-nascida, em uma vila rural no norte da Nigéria. Após cuidar da mãe e do nenem, o povo da vila trouxe várias outras crianças doentes para serem consultados por ela.

Kate pergunta sobre trainamento profissional....

É necessário que eu tenha trainamento médico ou de enfermagem antes de entrar para as MMMs? O tipo de qualificação ou formatura que tenho faz alguma diferença?

aror_bridie_sick_child_sm2Não, Kate, não é essencial que você tenha uma qualificação profissional antes de entrar nas MMMs. Você precisa ter um bom resultado nos exames finais do ensino médio (Segundo Grau) de seu país. Não obstante, muitas mulheres que entram para as MMMs atualmente, já têm alguns anos de experiência em sua carreira. A idade média daquelas que entram no momento é 25 ou 26. Mas algumas tanto podem ser mais velhas quanto mais novas do que isso. Várias mulheres que entram para as MMMs têm uma qualificação básica em profissões relacionadas a saúde. Algumas avançarão nas suas carreiras. Também temos mulheres formadas em Administração de Empresas e Informática, Administração de mantimentos, ciências sociais, professoras, teologia, etc. Há trabalho para todas elas nas MMMs! A Irmã Bridie Canavan, nesta fotografia, ingressou no Noviciado das MMMs da Irlanda, e após professar seu primeiro voto, formou-se em enfermagem e ccomo parteira. Esta fotografia foi tirada no Kênia, onde os pacientes gostam de se deitar debaixo de uma árvore frondosa durante o dia e só voltam para dentro de casa à tardinha.

 

Christina pergunta sobre os votos religiosos...

Quais os votos que as Irmãs fazem, e quais as vantagens de não possuir família nem propriedade?

uganda_kitovu_maura_lynch_operating_smIsso é um grande problema, Christina! Na vida normal de um adulto existe muita liberdade para escolher para onde ir ou com quem deve morar, mas mesmo assim ainda poderia haver laços de compromissos com a família. Através do voto de castidade, pobreza e obediência, uma Irmã ficará disponível para servir onde quer que haja necessidade de seu trabalho. Ela deve ser livre de coisas materiais, pondendo assim viajar com pouca bagagem e atender rapidamente a sua chamada, vivendo com apenas uma pequena mesada. A Irmã Maura Lynch, nesta fotografia, é cirurgiã, com muitos anos de experiência na Angola e mais recentemente em Uganda. Se ela trabalhasse em clínica privada, aqueles que ela agora atende jamais poderiam pagar o preço de sua consulta. Mas em vêz disso ela decidiu enfrentar o desafio de estabelecer uma Unidade especializada para corrigir o problema de fístula obstetrícia - um problema que afeta muitas mulheres de áreas rurais da África. A Irmã Maura concentra-se totalmente em ajudar mulheres com esse problema, sem dar grande importância a qualquer coisa de luxo pessoal.

Renata pergunta sobre a vida em comunidade...

Quais as obrigações para com a comunidade? Qual a vantagem de viver em comunidade? Que tipo de apoio se recebe dentro comunidade?

felicia_muoneke_anastasia_essien_crop_smallO mesmo que em qualquer family. Uma Irmã torna sua comunidade em um lar, um lugar de companheirismo, apoio e descanso. Isso tem um preço - Estar pronta para seu próximo, pronta para orar juntas e oferecer hospitalidade a todos que lhe visitar. As Irmãs compartilham todas seus rendimentos financeiros e bens materiais. As necessidades e preferências de cada pessoa da comunidade são levadas em consideração. Isso requer o espírito generoso de dar e receber. As duas Irmãs na fotografia ao lado (à esquerda) é de uma médica e a Irmã Anastasia, Adminsitradora de Empresas. Ao todo, a variedade de trabalhos em que as Irmãs estão envolvidas, dá gosto à vida de nossa comunidade.

Renata tem outra pergunta...

É difícil viver em comunidade?

nigeria_christine_gill_smA resposta é Sim e Não, Renata. A vida em comunidade, como em qualquer outra, tem seus altos e baixos. No lado positivo, há sempre boa companhia e compreensão e um sentimento de objetivo compartilhado. Tem sempre alguém para ajudar a carregar o fardo quando as coisas estão difíceis. Tentamos viver em comunidades inter-culturais. Isso é enriquecedor - mas significa aprender sobre as coisas que são importantes em outras culturas, os tipos de alimentos e de músicas que são importantes, e assim por diante. O aspecto negativo é que isso geralmente requer escutar com paciência e aceitar as diferenças, e a vontade de deixar seu conforto, indo além do que é tradicional e familiar, esforçando-se para acomodar o que é importante para os outros. As Irmãs MMM seguem a Regra básica de São Benedito, que é de muita tolerância. Exemplo, ele diz que durante as refeições dois tipos de pratos devem ser preparados para que aqueles que não podem comer de um, poder comer do outro - mostrando respeito por aqueles que são diferentes. Na foto acima vemos a Irmã Christine Gill, tirada na Nigéria, em uma Clínica Itinerante entre o povo nômade Fulani. Quando ela retorna no fim da tarde, está muito aliviada por estar de volta em casa e para tomar uma ducha quente, movida a energia solar. Então, após as Orações do fim da tarde, durante a refeição, a comunidade de 3 ou 4 contarão sobre os altos e baixos, aventuras e obstáculos encontrados naquele dia.

Natália quer saber por que algumas Irmãs usam véu...

No meu país, Polônia, há Congreções em que as Irmãs usam um véu e outras Congreções que não usam. Está claro, uma ou outra. Em sua Página vê-se que algumas o usam e outras não. Pode explicar?

florence-gladys-smallBem, Natália, há muito tempo atrás toda Irmã usava o véu, mas hoje em dia o véu é opcional. Cada Irmã decide por si. Entretanto respeitamos as expectativas do povo local, e onde vermos que seria mais prudente usá-lo, todas usariam um véu durante o trabalho ou quando for sair. Para ocasiões oficiais usamos roupas de cor cinza, e não o uniforme. Na África pode ser todo branco. Usamos um símbolo da Visitação, onde Maria vai visitar sua prima Elizabete e ajudá-la durante a gravidêz. Esse símbolo pode ser de prata ou de casca de coco, feito em artesanato local. Cada Irmã recebe uma simples aliança de ouro durante a cerimônia de seus votos religiosos finais. Contudo, em alguns países, principalmente da América Latina, as Irmãs preferem usar o simples e conhecido anel preto, que simboliza o compromisso para com os pobres e o meio ambiente. Isso responde sua pergunta?

Sandra quer saber quem vai aonde?

Uma Irmã teria influência sobre qual país ela iria?

malawi_dumka_improved_latrine_sm1Sim, Sandra, ela tem certo direito de expressar uma opinião a respeito, mas a decisão final não é dela. Todo o princípio da vida de uma Missionária Médica de Maria é entregar sua vida a Deus e estar disponível para servir o povo de Deus onde houver maior necessidade de seu trabalho. Entretanto, haverá sempre diálogo para ter-se certeza de que a Irmã está contente e disposta a arriscar, mesmo que pareça ser uma tarefa assustadora! A maioria de nós fica surpresa ao saber que no final tudo dar certo. A Irmã Dumka Michael, nesta foto, diz que não tinha preferência para onde fosse designada, pois os únicos países que ela conhecia era a Nigéria, seu país de origem, e o Kênia, onde ela estudou Administração de Empresas. Agora ela se encontra já há vários anos em Malawi e adora morar lá. Nesta foto ela está testando um simples sistema de lavar mãos do lado de fora de uma moradia rural.

Petronilla pergunta sobre saúde pessoal...

O meu estado de saúde pode disqualificar-me?

motherhouse_2007Como pode ver em nossa Página da Web, Petronilla, a vida religiosa e a vida missionária são muito puxadas. Portanto, uma boa saúde geral e uma visão psicológica sadia são requeridas para aquelas que gostariam de entrar para as MMMs. A saúde da pessoa seria também um critério durante o Noviciado e os primeiros anos iniciais de formação. Mas uma vêz que são feitos os votos finais, ninguém será dispensada por motivo de saúde. Mais cedo ou mais tarde todas nós poderemos sofrer alguma doença, e nossas Irmãs doentes ou bem idosas tornam-se uma verdadeira fonte de orações. Nossa fotografia aqui mostra a nossa Matriz na Irlanda, onde muitas Irmãs aposentadas oram incessantemente por nossas missões e por todos aqueles que nos apoiam.

Maria se preocupa em manter contato com a família...

Com que frequência uma Irmã se encontra com sua família?

malawi_hbc_volunteers2_smIsso é flexível, Maria, depende das circuntâncias. Durante o Noviciado, normalmente as Irmãs não deixam o país, mas faz-se exceção em caso de morte na família. Durante missão no exterior, três meses de férias são concedidos a cada três anos, alguns dos quais são passados com a família da Irmã. Em países de clima severo ou países onde há muito estresse, são concedidos dois meses a cada dois anos. Em muitos casos a cerimônia de profissão final dos votos religiosos acontece na paróquia da família da Irmã. A Irmã Cecily Bourdillon, nesta foto, é a médica responsável pelos Cuidados de Saúde Primária de Chapini em Malawi. Ela nasceu em Zimbabwe, mas seus familiares moram em vários países diferentes, então ela não os vê com muita frequência. Mas ela foi uma das primeiras MMMs a usar email, ainda na década de 90! Agora graças às comunicações modernas ela acha muito mais fácil manter contato com sua família.

Nilza quer saber sobre a questão da língua....

Quais as linguas exigidas? É preciso falar inglês fluentemente? Qual a língua usada pelas Irmãs para se comunicarem com as pessoas locais?

malawi_kasina7b_sm1Esse é um ponto importante, Nilza! A língua oficial da Congregação é inglês. Algumas jovens chegam na Congregação com muito pouco conhecimento de inglês, e então fazem cursos para melhorar a fluência antes de ingressar no Noviciado. É claro que convivendo com uma comunidade que usa essa língua no seu dia a dia ajuda no processo de aprendizagem! Outras línguas de uso bastante comum é Swahili, Francês, Espanhol, Português. As Missionárias, Irmãs, procuram tornar-se fluente na língua do país a que são designadas. Algumas Irmãs estudam também a língua africana falada localmente, além da língua oficial do país. Mas em alguns lugares a ajuda de intérpretes é necessária para se trabalhar. Nesta fotografia, vemos a Irmã Clara (sentada) que nasceu em Malawi. Como ela sabe a língua local e conhece a cultura do país, ela é muito valiosa para o nosso trabalho no Centro de Saúde de Kasina. Caso contrário, a Irmã Mary McNamara (em pé) precisaria de intérprete.

Joan quer saber como tudo isso é financiado...

Como é que as Irmãs arrecadam fundos?

kathie_shea_child_2008A Administradora Central da Congreção juntamente com a Equipe Central de Lidererança tem a responsibilidade de assegurar que haja dinheiro suficiente para os programas, e que todo dinheiro seja contabilizado de maneira transparente. Toda a renda que as Irmãs ganham é dividida igualmente, e cada Irmã recebe uma mesada pessoal na moeda do país onde ela se encontra instalada. A Congregação se encarrega de cuidar de passagens e de tudo o que as Irmãs precisam para a seu trabalho na missão e para cuidar dos que estão doentes. Nesta fotografia vemos a Irmã Kathie Shea dos Estados Unidos da América (EUA), que fêz Mestrado em Administração de Empresas. Ela é radicada em Nairobi e viaja para vários países para ajudar nossas comunidades em questões financeiras. As Irmãs que são Administradoras de Empresas apresentam nossos vários projetos às agências patrocinadoras. Temos também pessoas que trabalham arduamente em associação com as MMMs para arrecadar fundos para manter nosso trabalho em progresso. Somos sempre gratas pelas doações que recebemos, seja qual for o valor, de indivíduos que gostariam de apoiar nosso trabalho financeiramente. Doações online são também muito importantes para nós. Qualquer pessoa pode doar agora!

Karina pergunta sobre o desenvolvimento do trabalho...

Além de tratamento de saúde, olhando na sua página, tenho a impressão que algumas MMMs estão profundamente envolvidas no trabalho de desenvolvimento. Isso é verdade?

hannelly_smÉ verdade, Karina. As principais áreas de desenvolvimento estão nos projetos de desenvolvimento das mulheres, geração de renda, abastecimento de água potável e nutrição. Providenciar água limpa é normalmente o ponto focal de nosso trabalho. É obvio que as Irmãs não perfuram os poços, mas elas têm um bom relacionamente com os oficiais do governo, e atuam como figura central na animação do povo local a se reunirem para planejar e manter um poço. Há muitas Irmãs que são hábeis em arrecadar fundos e encontrar a mão de obra qualificada para realizar o trabalho. A Irmã Dympna Hannelly, vista nesta fotografia em um Makondo em Uganda, uma área rural de Uganda, é bastante experiente em saúde comunitária.

Teresa não sabe qual a diferença que fazemos no meio de tantos problemas...

Que diferença vocês esperam fazer quando há tanta probreza e doença na maioria dos países onde vocês trabalham?

nkeiru_edochie_with_cabbageBem, Teresa, você está absolutamente correta em dizer que há pobreza em todo lugar, e é por isso que tanta gente não tem boa saúde. Achamos, porém, que seria muito fácil dizer que não podemos fazer alguma coisa para melhorar. Duas coisas importantes que podemos fazer são ajudar as comunidades a observarem o grau de nutrição delas e suas fontes de água. Na fotografia acima vemos a Irmã Dympna, que tem contribuído em obter dúzias de poços em Uganda. Nesta foto vemos a Irmã Nkeiru, que trabalha como enfermeira-parteira no Centro de Saúde da República de Benin. Ela cuida muito bem de nossa fazenda-modelo, e o Centro de Saúde tem um bom relacionamento com os fazendeiros locais, contribuindo com o melharamento de seus métodos. As MMMs também trabalham em cooperação com o famoso Centro Songhai para a Educação do Desenvolvimento.

Ciara pergunta sobre aliviação de emergências...

Existe diferença entre o trabalho de vocês e o trabalho das agências de aliviação de emergência?

rwanda_kirambi_survey2Sim, Ciara. Há uma grande diferença! Nós vamos para onde somos convidadas para ajudar com os problemas de saúde de um povo e ficamos lá com eles, passando nossos conhecimentos a eles, mas com a intensão de um dia mudar-mos para outro lugar. Isso pode levar várias décadas! Algumas vêzes vamos a um lugar para atender uma emergência, e acabamos ficando com aquele povo por um bom tempo após passada a emergência. Damos como exemplo a grande fome que caiu sobre o povo do Deserto de Turkana am 1962. Nós só saímos de lá totalmente em 2009! Outro exemplo é a Rwanda. Nós chegamos lá pela primeira vêz em junho de 1994, por causa do genocídio, e ainda continuamos lá. Nossa fotografia aqui mostra a Irmã Helen Spragg, uma farmacêutica do Reino Unido, conduzindo uma pesquisa de base em Rwanda quando as coisas lá voltaram a um certo grau de normalidade. Honduras é outro caso. Chegamos lá em 1998, após o Furacão Mitch, e subsequentemente estabelecemos nossa missão onde as MMMs ainda hoje trabalham com as equipes de saúde locais. Algumas Irmãs são liberadas para uma curta temporada de trabalho com as agências de emergência, em época de fome e de desastres.

Se tiveres alguma perqunta sobre as vocações das Irmãs MMM, favor Fale Conosco e receberás uma resposta pessoal.

 

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